
Agora que chegamos ao fim do ano letivo, muitos de nós seremos separados. Antes que isso aconteça, devemos relembrar o ano que se passou e agradecer. Devemos agradecer, primeiramente, àquele Ser que nos deu tudo para que ficassemos bem. Aquele Ser que fez de tudo - o possível e o impossível - por nós. O único a quem teremos por toda a vida: o nosso Pai Todo Poderoso. Obrigada, Senhor.
Também devemos agradecer aos nossos primeiros e últimos professores: nossa família. Aquela que sempre esteve ao nosso lado, dando aquele "empurrãozinho" do qual precisavamos às vezes, que sempre estava disposta a dar um ombro amigo nos momentos de decepção, ou também sempre presente no momento em que precisávamos ouvir um merecido sermão. Muito obrigada.
Dizem que a escola é nossa segunda casa, então também devemos agradecer aos professores dela, que tiveram dores de cabeça, estresse, raiva, se sentiram menosprezados, mas que no final de tudo souberam nos ensinar todas as lições de casa e, principalmente, uma grande lição de vida: "O saber é o caminho para o sucesso". Muito obrigada a vocês.
Há também outros professores: coordenadores e diretores. Aqueles que são encarregados de "cuidar" de nós por todo o ano, e são quase nossos pais lá dentro. Obrigada a vocês também.
Não podemos esquecer dos outros funcionários. Aqueles que por vezes se tornaram nossos conselheiros e confidentes pelo ano todo. Obrigada!
Vamos sentir falta de todos vocês!
Mas, talvez, aqueles dos quais sentiremos mais falra são nossos colegas de classe. Quando se passa um ano inteiro juntos acabamos nos afeiçoando mais e mais dos nossos colegas, e ao final, é cada vez mais difícil dizer um "até logo".
Na classe, apesar de se formarem os grupinhos, existe a união: todos se conhecem e se ajudam, apesar de não serem tão intímos.
Toda sala de aula é igual. Há sempre aquele aluno engraçadinho que brinca com todos. Há sempre o intelectual, a quem todos assusta quando tira menos de 9. Há os alunos conversadeiros, os alunos nerds, o grupo dos esportes, o menino que só dorme, a menina que só quer aparecer, a menina que realmente aparece, e há também os neutro, nem lá, nem cá: sempre no meio da bagunça.
Nesse ano, fizemos amigos, fizemos intrigas, nos esforçamos ao máximo... ou ao mínimo, para terminarmos o ano com um pé no próximo ano letivo, e o principal é que quando olharmos para trás, vamos pensar: tudo valeu a pena.
13/12/2007





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